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Coletiva

“Não há como não se emocionar com a história de Jesus, diz Luciano Szafir

Amor e afinco de atores e moradores locais com "Paixão e Morte de Um Homem livre" chamaram a atenção do ator. Espetáculo é nesta quinta e sexta-feira

Postado em 18/04/2019 às 15:39 |

(Foto: Marcelo Gouvêa / Portal da Cidade Brusque)

Horas antes da apresentação do espetáculo Paixão e Morte de Um Homem Livre, que será encenado às 21h desta quinta-feira (18), no bairro Aymoré, em Guabiruba, Luciano Szafir recebeu autoridades, patrocinadores e imprensa, no Hotel Innovare, no Centro de Brusque. Durante pouco mais de uma hora de coletiva, o ator demonstrou simpatia e descontração ao falar com os participantes.


Na noite anterior à coletiva, o ator já havia participado de uma prévia para integrantes das Apaes de Brusque e Guabiruba, que serviu de ensaio para o grupo. O espetáculo, que ocorre no pátio da Igreja São Cristóvão. Além da exibição desta quinta-feira, na própria Sexta-Feira Santa, haverá uma nova exibição, a partir das 19h30 .


Esta não é a primeira vez dele na região. Há cerca de 13 anos já havia passado por Brusque para outro compromisso profissional, mas sem o tempo para interagir tanto ou conhecer tanto as cidades. Em ambas experiências, Szafir destacou a receptividade e educação da população local.


O ator relatou acumular 25 anos de papéis ligados à Paixão de Cristo. Desta vez, interpreta Pôncio Pilatos. Apesar do tempo, classifica como uma data marcante e destaca as particularidades de cada interpretação. Segundo ele, todos os anos, há uma expectativa pela participação nos trabalhos do gênero. “Entrar nesse mundo de fantasia, contando essa história tão linda, emociona qualquer um. É muito forte e é difícil para mim descrever a sensação de estar vivendo este personagem e ver nos olhos de cada um que está assistindo o espetáculo”.



História marcante

No caso do espetáculo guabirubense, ele ressaltou o trabalho feito na preparação e engajamento da comunidade na peça. O amor e afinco dos atores e moradores locais com a Paixão e Morte de Um Homem Livre chamaram a atenção do ator.


De acordo com Szafir, as encenações sacras, nas diferentes modalidades que ele já participou, costumam atrair o público por um fator que está além da apresentação dos atores envolvidos. Além do teatro, ele já participou de novelas e filmes ligados ao tema.


“Existe teatro, e eu amo teatro, mas essa peça, toca mais do que o teatro, pois, envolve religião. Independente da crença, se você é judeu, evangélico, umbandista, qualquer religião que você siga, não há como não se emocionar com a história de Jesus”, ressaltou.


O presidente da Associação Artística e Cultural São Pedro, Marcelo do Nascimento, destacou o crescimento do evento a cada nova edição. No início, lembra que a encenação era feita por um grupo de pouco mais de 25 pessoas. “Nunca tínhamos a ideia que participasse um ator global, de renome assim”.


Também orgulhoso pelo patamar atingido e o engajamento da população nas diferentes edições da Paixão e Morte de Um Homem Livre, o prefeito Matias Kohler comparou a organização da peça com o perfil cultural da cidade. Para ele, a peça e a preparação dela, simboliza muito das características da cidade e da colaboração e fé de seus moradores.

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