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SEGURANÇA

Maior operação do GAECO em Santa Catarina mira atuação do PCC em seis estados

Força-tarefa cumpre 320 ordens judiciais e investiga integrantes da facção suspeitos de tráfico, homicídios e outros crimes

Publicado em 01/07/2026 às 16:24
Atualizado em

(Foto: Divulgação/MPSC)

O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) deflagrou, na manhã desta quarta-feira (1º), a Operação Coluna Sul, considerada a maior já realizada pela força-tarefa em Santa Catarina. A ação tem como alvo integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) e investiga a atuação da facção criminosa em seis estados brasileiros: Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais.

Assista ao vídeo.

Ao todo, a Justiça expediu 320 ordens judiciais, entre 151 mandados de prisão temporária e 169 de busca e apreensão. Até a última atualização do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), 139 pessoas haviam sido presas, sete delas em flagrante.

Santa Catarina concentra maior parte das prisões

Santa Catarina é o estado com o maior número de prisões na operação. Segundo o MPSC, foram 110 pessoas presas, sendo 71 dentro do sistema prisional e 39 fora das unidades prisionais, além de uma prisão em flagrante.

As diligências também ocorrem no Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais.

De acordo com o GAECO, a investigação é um desdobramento da Operação Maserati e apura crimes como organização criminosa, tráfico de drogas, associação para o tráfico, homicídios e porte ilegal de arma de fogo.

Mais de 650 agentes mobilizados

A operação mobilizou mais de 650 agentes de segurança, além de 198 viaturas e dois helicópteros.

Em Santa Catarina, foram montadas bases operacionais em Florianópolis, Joinville, Lages, Chapecó e São Miguel do Oeste para coordenar o cumprimento simultâneo das ordens judiciais.

Confronto no Paraná

Durante uma das ações no Paraná, suspeitos atiraram contra equipes policiais que cumpriam mandados judiciais. Houve confronto e um dos investigados morreu no local, segundo o Ministério Público.

Investigação segue em sigilo

Os materiais apreendidos serão periciados e analisados pelo GAECO para dar continuidade às investigações, que seguem sob sigilo.

Fonte: Portal da Cidade Brusque

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