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INVESTIGAÇÃO

Polícia investiga armazenamento de material de abuso sexual infantil em Pomerode

Investigação identificou suspeitas de armazenamento de arquivos com cenas de abuso sexual de crianças e adolescentes

Publicado em 21/10/2026 às 15:47

(Foto: Divulgação/MPSC)

Uma pessoa foi presa em flagrante por armazenar material de abuso sexual infantil durante uma operação realizada nesta quarta-feira (21), em Santa Catarina. A ação teve como alvos endereços em Pomerode, no Vale do Itajaí, e Florianópolis, onde ocorreu a prisão.

A Operação Mariposa IV foi realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), por meio de sua equipe especializada em crimes digitais, o CyberGAECO. Ao todo, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão.

Segundo o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), as investigações começaram após a identificação de atividades suspeitas na internet, relacionadas ao download e ao armazenamento de arquivos com cenas de abuso sexual de crianças e adolescentes.

O trabalho permitiu identificar os investigados e localizar os endereços utilizados nas buscas. Até o momento, não há indícios de ligação entre os dois suspeitos.

Durante a operação, foram apreendidos equipamentos e materiais digitais que passarão por perícia. A análise poderá ajudar a identificar outras pessoas envolvidas e possíveis vítimas.

A ação contou com o apoio da 19ª Promotoria de Justiça de Florianópolis e da 2ª Promotoria de Justiça de Pomerode.

Operação tem alcance internacional

A Operação Mariposa reúne autoridades de diferentes países da América Latina no combate à exploração sexual de crianças e adolescentes pela internet.

A iniciativa é coordenada pela Child Rescue Coalition, organização que desenvolve tecnologias para auxiliar investigações desse tipo. A operação também conta com apoio da Interpol e de instituições internacionais ligadas à segurança e à proteção da infância.

O Ministério Público reforçou a importância de orientar crianças e adolescentes sobre os riscos de compartilhar imagens pessoais na internet. O órgão alerta que conteúdos enviados em conversas privadas podem ser armazenados e divulgados sem autorização.

As investigações continuam para esclarecer a participação dos suspeitos e identificar possíveis vítimas.

Fonte: Portal da Cidade Brusque

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